segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Mendel e Darwin

A teoria de Darwin sobre a selecção natural foi brilhante até onde pode, mas logo parou contra um obstáculo sério. Segundo as observações de Darwin, as características pessoais são passadas dos pais para filhos em medidas iguais: dessa maneira, uma mãe inteligente e um pai estúpido produziriam filhos de inteligência mediana. Isso colocou um problema para a selecção natural. Pois se um indivíduo "superior" aparecesse numa espécie, essa característica superior seria gradualmente diluída através da reprodução. Darwin, entretanto, havia suposto que as mudanças evolucionárias aconteciam gradualmente; essa hipótese logo foi provada falsa. William Bateson, na Inglaterra, e Hugo de Vries, na Holanda, descobriram que as espécies parecem evoluir em passos bruscos e descontínuos, chamados por Vries, em 1900, de "mutações".
No mesmo ano, Vries deparou-se com alguns artigos publicados pelo monge austríaco Gregor Mendel. Embora esse trabalho tivesse sido ignorado durante a sua vida, Mendel, trabalhando com simples ervilhas, tinha levado a cabo a descoberta de leis da hereditariedade que revolucionariam a biologia e traçaram as bases da genética.
Por sete anos, de 1856 a 1863, Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas - plantas altas com plantas anãs, ervilhas amarelas com ervilhas verdes e assim por adiante. Ele observou com surpresa que tais características não são diluídas nem resultam em meio-termo, mas se mantêm distintas: o rebento híbrido de uma planta alta e de uma anã era sempre alto, não de tamanho médio. Ervilhas amarelas cruzadas com ervilhas verdes produziam ervilhas amarelas, em vez de ervilhas verde-amareladas.

Quando Mendel cruzava os híbridos altos, a geração seguinte retinha as características distintas encontradas nas plantas "avós", a terceira geração de plantas do cruzamento amarelo/verde eram 75 por cento amarelas e 25 por cento verdes.
Mendel logo deduziu a matemática por trás desse fenómeno. As plantas, como os mamíferos, têm dois "pais" e cada um aparentemente contribui com características (alta ou anã, amarela ou verde) para as gerações. Portanto, embora a característica de tamanho pequeno possa desaparecer na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira. Por isso foi pensado que tais informações devem vir em pares, um par de cada pai.
Mendel formou duas leis. A Lei da segregação factorial, os dois elementos de um par de genes separam-se nos gâmetas, de tal modo que, há probablidade de metade dos gâmetas transportar um dos alelos e a outra metade transportar outro.
A lei da segregação independente de Mendel diz que durante a formação dos gâmetas, a segregação dos alelos de um gene é independente da segregação dos alelos de outro gene.
Embora a questão da hereditariedade seja geralmente bem mais complicada do que o cruzamento de ervilhas, Mendel tinha-se deparado com um princípio genético fundamental. As descobertas de Mendel foram cruzadas com a biologia da célula, a genética emergiu num novo campo. Com o melhoramento dos microscópios, os biólogos foram capazes de observar as células reproduzirem-se dividindo-se em duas, e que cada célula resultante herda metade de cada cromossoma do original. Perto de 1870, foi também descoberto que, quando um espermatozóide fertiliza um oócito II, os cromossomas conbinam-se.
Essas duas observações juntas explicam o mecanismo básico da hereditariedade. Os "factores" de Mendel foram eventualmente renomeados de genes, e descobriu-se que cada par de cromossomas numa célula carrega vários pedaços de informação genética. De um modo geral, a genética abriu caminho para uma linha darwiniana modificada: a evolução processa-se, algumas vezes, por mutação súbita com as novas características passadas geneticamente, mas principalmente pela segregação genética natural (recombinação de genes).

Fonte: www.cientic.com e www.geocities.com

Reflexão: Este artigo está muito de acordo com a matéria que demos e acho importante pôr aqui. Podemos verificar a importância que as descobertas de Mendel tiveram no mundo e as questões que se levantavam tendo as respostas já sido publicadas. Quer dizer, Darwin sem se saber explicar e o Mendel ali mesmo à mao de semear. Felizmente Mendel apareceu no mundo da ciência e espalhou a sua graça, quando as suas descobertas foram um começo de grandes investigações e grandes respostas. A sua pesquisa com as ervilhas, os cruzamentos que fazia com elas, a investigação dos fenótipos e o uso de termos matemáticos fez do nós um pouco mais sabidos.=D

domingo, 9 de dezembro de 2007

ah puxou à mãe, não.... puxou ao pai!


Puxou a quem?
A culpa é dos genes, da convivência e da educação. Há traços de personalidade que atravessam gerações.
As parecenças entre pais e filhos não se limitam à altura, à cor dos olhos ou ao formato do rosto. A biologia é determinante e também as características psicológicas podem ser herdadas. «Somos uma parte genética e outra ambiencial».
É hoje mais ou menos consensual que a contribuição da genética seja mais ou menos de 50 por cento, um peso idêntico ao dos factores ambienciais.
A proporção dos herdeiros do bom e do mal é equilibrada e isso é uma boa notícia para os pais. O orgulho que se sente em observar no filho um talento ou uma característica vista como uma qualidade é consensual. «É impossível os pais não se sentirem babados, sobretudo se sentem que isso foi positivo na sua vida».
Só que nem só de coisas boas se faz a hereditariedade. E a situação complica-se quando a identificação é negativa e os sinais são de uma característica de personalidade que um dia os fez sofrer «É um balde de água fria».
No entanto, saber que a personalidade vai sendo construída e que o peso da ambiência (factores ambientais e relacionais) é tão grande como o da genética é reconfortante para a maioria dos progenitores.
«Mesmo que a criança tenha características semelhantes aos pais, ela é outra pessoa. É um todo completamente original», «O material está lá, mas há que trabalhá-lo. O que é herdado é muito importante, mas sem o meio ambiente não vale nada».
Mais uma coisinha, a ciência prova que o défice de atenção, por exemplo, está relacionado com moléculas que interferem na transmissão de sinais entre células. Por isso o pai e filho podem ser os dois desatentos, e tudo está nos genes!

Fonte:2007/08/13 Pais&Filhos

Reflexão: Pronto, as pessoas pensam que tudo está nos genes, mas eu sempre tive a opinião de que só aquilo que é físico tem a ver com a hereditariedade. Que tudo o resto que se parecesse com os pais, tipo maneira de ser, estados de espírito, se devia ao contacto com estes e às suas influências. No entanto, é de notar que há crianças que não convivem muito com os pais e têm posições e maneiras de estar como eles, pelo que se pode dizer que a hereditariedade também conta na maneira de ser. Pus esta postagem, porque nunca vi muito a hereditariedade para além da cor dos olhos, altura e etc..., mas há coisas que nos surpreendem.
É claro e bom de referir que nem tudo seja genético. O ambiente também conta, como diz o texto 50-50. Se a mãe for assim, não quer dizer que o filho vá ser assim. POde ser parecido, mas as circunstâncias nunca vão ser as mesmas, as vivências não vão ser iguais, por isso nunca vai ser assim.
Bem, bom resto de domingo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

reflexão - Novembro

Neste mês, tenho de falar das aulas de experiencia, aulas-aulas e blog.
- nas aulas de experiências, neste mês observamos ao MOC os diferentes estádios de desnvolvimento embrionário do ouriço do mar. Tenho a dizer que este tipo de observações suscitam em mim um especial interesse por estas aulas. Também começámos a apresentar os trabalhos sobre o controlo de fertilidade. Sobre estes, tenho a dizer que acho que são trabalhos bem conseguidos e muito explícitos. =D
Na última aula deste mês, estivemos a realizar um quiz sobre o monoibridismo.
- nas aulas-aulas, começámos o estudo do controlo da fertilidade, a contracepção, as causas de infertiliade masculina e feminina, as técnicas de reprodução assistida e a crioconservação. Neste mesmo mÊs começamos a falar do património genético, matéria que gosto bastante. Sobre isto falamos da monoibridismo, cruzamentos-teste, transmissão hereditária, diibridismo e a lei de segregação independente dos caracteres. Recebemos o teste que achei que tive uma nota razoalvelmente boa.
- no blog postei o que se pode ver, tenho alguns artigos em rascunho que aproveitarei para publicar noutra altura em que estejams a falar sobre isso. Comentei muitos blogs. Quanto à nota que me seria dada pelo blog, caso fosse o fim do ano, acho que tive uma nota não má, mas não muiito boa. Por isso espero melhorar e fazer deste blog, um blog com melhor qualidade....ou tentar.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Síntese das técnicas de reprodução assistida!

Decidi pôr aqui um resuminho das técnicas de reprodução assistida.
Antes de mais, vou pôr aqui um quadro em que podemos ver algumas das razôes que levam a estas técnicas.
Felizmente, que novas portas se têm aberto no combate à infertilidade, pois nos últimos anos as pesquisas neste campo, têm-se desenvolvido muito. Aqui temos exemplos das técnicas de reprodução assistida:

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: consiste em introduzir no colo do útero da mulher, na altura da ovulação, espermatozóides do homem do casal ou de um dador. Os espermatozóides mais eficazes são seleccionados e, dpois, introduzidos no colo do útero.

FECUNDAÇÃO IN VITRO: o óvulo é recolhido e colocado numa proveta em contacto com o esperma. Dias mais tarde introduz-se o embrião no útero da mulher por via vaginal. Faz-se devido à obstrução das trompas ou devido a uma deficiência no endométrio,entre outros.
GIFT ou Transferência intratubárica de gâmetas: recolhe-se óvulos da mulher e espermatozóides do homem que depois se colocam na trompa, próximos um do outro para que o encontro se dê.(Fecundação in vivo)

ZIFT ou Transferência intratubárica de zigotos : recolhem-se óvulos da mulher e esperma que se colocam em contacto numa proveta. Se houver fecundação o ovo é colocado na trompa.

Microinjecção: é especialmente indicada para o tratamento da infertilidade masculina (poucos ou nenhuns espermatozóides no ejaculado, espermatozóides com baixa mobilidade, percentagem baixa de espermatozóides com morfologia normal).
A recolha dos gâmetas feminino e masculino é efectuada da mesma forma que na técnica de fertilização in vitro.
A técnica da microinjecção consiste em injectar um único espermatozóide directamente dentro do oócito, fomentando assim a fecundação.
Os embriões resultantes são implantados no útero, assim como, na fertilização in vitro.
Fonte: Manual-Biodesafíos; www.notapositiva.com
Reflexão: Acho que estas técnicas são a solução para muitos problemas. Acho que também é quase como fazer justiça por aqueles que não conseguem ter filhos. Porque, muitas vezes, os desejadores de serem pais não teem culpa de problmeas que se verificam em grande número por esse mundo fora.
Esta gente ser excluída de criar um filho, acho injusto. Felizmente estas técnicas permitem que as gravidezes sejam possíveis. =D

sábado, 24 de novembro de 2007

Terapia hormonal de substituição...ou..como adiar a menopausa

Aqui está um pequeno resumo do meu trabalho...
Na menopausa os ovários cessam a produção de estrogénios e a capacidade reprodutiva diminui - é o fim da fertilidade da mulher, pois os últimos oócitos II degeneram. Com isto há uma descida drástica de estrogènios que provoca uma série de situações desagradáveis como, por exemplo: ondas de calor; palpitações; depressões; insónias; secura e infecções vaginais; incontinência; alterações nos ossos e pele; etc...
Para minimizar tudo isto surge a terapia de reposição hormonal que consiste numa reposição dos estrogénios. No entanto, esta adesão à terapia tem se der balançada pelos seus riscos e benefícios.

Riscos das terapias de reposição hormonais:
- pode ser perigoso se usado durante longos períodos de tempo;
- não deve ser usado indiscriminada e aleatoriamente;
- aumenta o risco do cancro da mama e do útero;
-aumenta risco de derrames e enfartes;
- pode favorecer o desenvolvimento de Alzheimer;

Contra-indicações:
- histórico de cancro da mama ou de endométrio, sofredoras de doenças do fígado; tendência para tromboses, diabetes, mulheres fumadoras, etc...

A manutenção dos sintomas da menopausa tem de ser regular, porque pode-se optar por reposições mais naturais com o uso de fitoestrogénios, isto é, estrogénios provenientes das plantas.

Fonte: www2.uol.com.br/menopausa ; chicoagulha.blogspot.com e www.unifesp.br

Reflexão: Não mudei a minha opinião sobre esta terapia. Acho que uma mulher não devia utilizar este tipo de processos, porque tem riscos que podem acarretar disposições muito mais desagradáveis e perigosas do que as alterações provocadas pela menopausa em si. Também temos de ver que existem aquelas mulheres em que a descida de concentração de estrogénios é tão drástica que o organismo anda em descontrolo e obviamente é necessário uma reposição, até pelo que seria essencial esta terapia na prevenção de doenças. No entanto, é preciso uma manutenção regular, repito, regular, porque pode optar-se por reposições naturais - fitoestrogénios.
Em Portugal, actualmente, só 4% das mulheres é que usam estas terapias. Dantes, este uso era muito mais comum e era um uso indiscriminado. Quando surgiu a polémica dos cancros a percentagem de pessoas a usar desceu abruptamente.
Mas tipo tudo isto depende de mulher para mulher.
-Olha achas que devias apanhar mais sol ou menos?
-Pah depende.....
é mesmo isso depende das situações e do organismo de cada um.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Anestesia no parto pode prejudicar amamentação


Antes de passar à notícia vou dizer sucintamente o que é a analgesia epidural É uma técnica anestésica que elimina as dores do parto sem afectar a mobilidade da grávida. Ou seja, não impede que ela faça força para o bebé sair. O segredo reside em aplicar uma substância anestésica nas terminações nervosas responsáveis pela dor. Neste caso, nas raízes nervosas a nível da coluna, responsáveis pela sensibilidade no abdómen. A mensagem da dor viaja do útero em contracções até ao cérebro, através da coluna vertebral. O objectivo da analgesia epidural é interromper essa trajectória e impedir que aquela mensagem chegue ao cérebro.

As consequências mais frequentes da epidural estão relacionadas com imprecisões na perfuração, o que pode acontecer porque a mulher se mexe, por exemplo. Isto pode provocar dores de cabeça. Existem igualmente riscos de complicações neurológicas, embora estas sejam bastante raras.

Passando à notícia: anestesia pode prejudicar amamentação

Um químico presente na epidural* pode ser o responsável por um estado de sonolência dos bebés.
As mulheres que foram submetidas a uma anestesia epidural durante o parto têm maior tendência para ter problemas com a amamentação e para abandoná-la mais cedo.
Um químico presente na epidural pode ser o responsável por um estado de sonolência dos bebés e pelas dificuldades em estabelecer a amamentação.A conclusão é de um estudo levado a cabo por investigadores australianos.

Fonte: International Breastfeeding Journal (Junho de 2007)

Reflexão: Achei por bem pôr no blog esta pequena curiosidade que encontrei. Antes de mais tenho de dizer que estudos são estudos (não são certezas), no entanto há que ver que o leite materno é muito importante para o bebé, mas a mulher também pode ter mesmo de usar a anestesia. Como tal, digo e acrescento que uma pessoa só se deve sujeitar a estes processos quando é realmente necessário. Isto estende-se também a medicamentos, comprimidos e terapias. O que é usado em excesso ou sem motivo suficiente não deve ser usado. Enfim, é como tudo.... =)

domingo, 11 de novembro de 2007

Feto, um ser cheio de experiências...


Ao longo da estadia no útero, um feto absorve inúmeras sensações, desenvolve competências físicas e psíquicas, interage com a mãe e com o meio exterior. Acredita-se que a qualidade das trocas emocionais com a mãe irá condicionar a sua vida.
Alguns de nós crescemos a ouvir dizer que, quando os bebés nascem, são como folhas em branco. Mas será? E se se dissesse que o feto é um sábio. E quando finalmente chega a hora de nascer, ele transporta, inteira, toda a sua sabedoria para a sua nova realidade.
O que é espantoso, no caso da vida fetal, e das descobertas fascinantes sobre a complexidade da vida de um ser, com um tempo ainda tão curto de inteligência, é verificar a quantidade de coisas que aquele minúsculo pedaço de vida já sabe.
De facto, a aprendizagem, ligada à crescente maturação do sistema nervoso, começa cedo. Nos primeiros meses de desenvolvimento, o feto não tem ainda consciência do seu meio ambiente, mas vai descobrindo, em primeiro lugar, o seu próprio corpo, começando por se mover em todas as direcções e mais tarde fazendo movimentos cada vez mais coordenados.
Mas não se fica por aqui. Toda a vida fetal é um caminho de evolução através do desenvolvimento físico, que se vai aperfeiçoando à medida que o tempo corre. Odores, sabores, sons e imagens entram no universo físico do feto, enquanto ele flutua e cresce.
Sabe-se, desde logo, que dentro do útero o feto regista, sobretudo a partir da 28ª semana, quando o seu sistema auditivo o permite, uma série de ruídos.
Em primeiro lugar, os sons biológicos que se produzem no corpo da mãe, como os barulhos gastro-intestinais, o som da respiração, e as batidas cardíacas. Depois, vêm os sons do exterior, como a voz da mãe, e todos os outros ruídos ambientais.
A partir da 35ª semana, o feto consegue distinguir um som agudo de um grave. Já no final da gravidez, ruídos muito fortes, como a música numa discoteca, têm o efeito de o sobressaltar ou de acelerar o seu ritmo cardíaco.
Ouve também distintamente vozes que falem alto, no seu ambiente mais próximo. De todas, a que melhor ouve é, sem dúvida, a da mãe, porque esta lhe chega directamente, sem ser filtrada pelo ar.
Outros estudos têm também revelado que, nos últimos meses de gestação, o feto sente emanações olfactivas que tem o líquido amniótico* e, eventualmente, que distingue sabores que, mais tarde, segundo alguns estudos, estarão na base das suas preferências pelos alimentos açucarados ou pelos amargos.
Certas experiências constataram, que ao se introduzir no útero de uma mulher grávida uma lâmpada de luz fria, essa iluminação provocava no feto acelerações cardíacas. Experiências mais recentes comprovaram igualmente que ele era sensível à luz do exterior.
Muitas descobertas sobre este misterioso novo ser deve-se a descobertas tão revolucionárias como a ecografia, os ultra-sons, as fotografias e os filmes realizados dentro da barriga das mães, pela introdução de material tecnológico apropriado.

Fonte: Revista Pais e Filhos (2007/08/08)

Reflexão: Gostei muito desta notícia que encontrei. Se alguma vez ouvi, vi ou cheirei ou me mexi durante o meu desenvolvimento embrionário, não me lembro. Mas há muitas coisas que também não me lembro, o que não quer dizer que não existiram, por isso acredito que lá dentro aconteçam coisas pois afinal está la vida. Uma vez ouvi dizer que um bebé antes de nascer tinha uma voz muito bonita e, quando nascia, chorava e o excelente nível da voz perdia-se. Depois apareceram certos exemplos de pessoas que não choraram logo que nasceram, tiveram de ser aspiradas e cantam muito bem. Enfim uma coincidência ou não coincidência engraçada. Talvez o nosso tom de voz tenha a ver com a agressividade do nosso primeiro choro! Não paramos de nos surpreender com os avanços das novas tecnologias, mas o que fica na sombra, que mal se conhece, que não se vê, mas se sente e intui, permite-nos ainda sonhar e fazer conjecturas.