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segunda-feira, 2 de junho de 2008

ETAR


A água é um recurso essencial à vida, utilizado pelo ser humano não só para satisfazer as suas necessidades metabólicas, mas praticamente em todas as suas actividades. O uso que fazemos deste recurso leva-nos, muitas vezes, à poluição aquática que pode condicionar o futuro da existência de água potável e levantar sérios problemas a todos os níveis. As águas residuais, provenientes da actividade humana, são, muitas vezes, destinados a cursos de água, causando a sua contaminação. Para solucionar este problema surgiram as ETAR, que tratam as águas residuais, removendo os seus poluentes, devolvendo-as, posteriormente, ao ambiente em segurança.

O tratamento de águas residuais consta de quatro fases: tratamento preliminar, que visa a eliminação de resíduos e corpos sólidos; tratamento primário, no qual são removidas as partículas de matéria orgânica e materiais gordurosos; tratamento secundário, processo biológico em que microrganismos eliminam 90% da matéria orgânica dissolvida, seguida de uma nova decantação; tratamento terciário, nem sempre é utilizado, remove poluentes específicos e desinfecta as águas antes da sua devolução ao ambiente. No fim do processo, as águas podem ser recebidas em cursos de água. Do tratamento das águas sobrou as lamas que resultaram das decantações. Estas serão tratadas e poderão ser usadas como fertilizantes orgânicos ou dar origem ao biogás. Em Portugal, as ETAR são escassas e algumas apresentam mau funcionamento para abranger toda a população, no entanto estudos, projectos, acções e construções estão a ser feitas para resolver o problema das águas residuais, e, assim, ter uma relação mais saudável e justa com o ambiente.
Fonte:http://www.wikipédia.org/ http://www.ineti.pt/ http://www.youngreporters.org/ http://www.ipv.pt/ http://www.naturelink.pt/ Manual “Biodesafios”, 12º ano “Preparar os testes – Biologia, 12º ano”

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Sídrome do X-Frágil

o que é?

A Síndrome do X-Frágil é uma doença frequente com carácter hereditário que afecta, principalmente, o desenvolvimento intelectual e cognitivo.
A expressão "X-Frágil" deve-se a uma anomalia causada por um gene defeituoso localizado no cromossoma X.
A causa desta doença deve-se à mutação ocorrida no gene FMR1. Este localiza-se no cromossoma X, que apresenta uma porção subterminal. O gene FMR1 apresenta cópias repetidas do codão CGG. Estas cópias variam de 6 a 50 (nos indivíduos saudáveis). Nos indivíduos afectados pelo SFX apresentam mais200 cópias, fazendo com que não ocorra a síntese de uma proteína essencial, FMRP. Esta falta desencadeia problemas, principalmente, a nível intelectual e cognitivo.
Esta doença é mais frequente nos homens do que nas mulheres (1 em cada 4000 homens para 1 em 6000 mulheres), porque as mulheres, tendo dois cromossomas X, apresentam duas cópias do gene FMR1. O aumento do número de cópias CGG anormal está presente em apenas um dos cromossomas X – o que pode ser compensado pelo funcionamento do outro gene normal contido no par. Tal compensação não ocorre no sexo masculino, pois existe apenas uma cópia do gene FMR1 no único cromossoma X do par X Y.Não existe cura para esta doença, no entanto, existem terapias que minimizam os efeitos desta. Como por exemplo, terapias a nível de acompanhamento pediátrico, neurológico e/ou psiquiátrico, estimulação precoce para o desenvolvimento da área psicomotora, atendimento fonoaudiológico, atendimento psicopedagógico clínico, educação escolar especial, etc. …

Sinais: Retardo mental e motor, hiperactividade, défice de atenção, defesa táctil (dificuldade de contacto físico com outras pessoas), contacto visual escasso (dificuldade de olhar para a pessoa com quem fala), hiper-extensibilidade de articulações, orelhas compridas, macroorquidia (na adolescência, os testículos são de tamanho maior que o normal.

Fontes:http://www.xfragil.org.br/;http://amrf.no.sapo.pt/Sxf.pdf;http://pt.wikipedia.org;id=127;
www.xfragil.com/sindmad.htm;www.saudeemmovimento.com.br ;www.hiperatividade.com.br
Reflexão: Acho interessante fazer deste tipo de trabalhos, porque é sempre bom saber coisas novas, principalmente, quando falamos de trabalhos sobre doenças que preocupam a sociedade. Esta doença, apesar de afectar muita gente, não é facilmente diagnosticada e é, muitas vezes, confundida com outras doenças. É importante o conhecimento dests doenças, porque apesar desta não ter cura, existem tratamentos que podem minimizar bastante os efeitos da SXF.

sábado, 24 de novembro de 2007

Terapia hormonal de substituição...ou..como adiar a menopausa

Aqui está um pequeno resumo do meu trabalho...
Na menopausa os ovários cessam a produção de estrogénios e a capacidade reprodutiva diminui - é o fim da fertilidade da mulher, pois os últimos oócitos II degeneram. Com isto há uma descida drástica de estrogènios que provoca uma série de situações desagradáveis como, por exemplo: ondas de calor; palpitações; depressões; insónias; secura e infecções vaginais; incontinência; alterações nos ossos e pele; etc...
Para minimizar tudo isto surge a terapia de reposição hormonal que consiste numa reposição dos estrogénios. No entanto, esta adesão à terapia tem se der balançada pelos seus riscos e benefícios.

Riscos das terapias de reposição hormonais:
- pode ser perigoso se usado durante longos períodos de tempo;
- não deve ser usado indiscriminada e aleatoriamente;
- aumenta o risco do cancro da mama e do útero;
-aumenta risco de derrames e enfartes;
- pode favorecer o desenvolvimento de Alzheimer;

Contra-indicações:
- histórico de cancro da mama ou de endométrio, sofredoras de doenças do fígado; tendência para tromboses, diabetes, mulheres fumadoras, etc...

A manutenção dos sintomas da menopausa tem de ser regular, porque pode-se optar por reposições mais naturais com o uso de fitoestrogénios, isto é, estrogénios provenientes das plantas.

Fonte: www2.uol.com.br/menopausa ; chicoagulha.blogspot.com e www.unifesp.br

Reflexão: Não mudei a minha opinião sobre esta terapia. Acho que uma mulher não devia utilizar este tipo de processos, porque tem riscos que podem acarretar disposições muito mais desagradáveis e perigosas do que as alterações provocadas pela menopausa em si. Também temos de ver que existem aquelas mulheres em que a descida de concentração de estrogénios é tão drástica que o organismo anda em descontrolo e obviamente é necessário uma reposição, até pelo que seria essencial esta terapia na prevenção de doenças. No entanto, é preciso uma manutenção regular, repito, regular, porque pode optar-se por reposições naturais - fitoestrogénios.
Em Portugal, actualmente, só 4% das mulheres é que usam estas terapias. Dantes, este uso era muito mais comum e era um uso indiscriminado. Quando surgiu a polémica dos cancros a percentagem de pessoas a usar desceu abruptamente.
Mas tipo tudo isto depende de mulher para mulher.
-Olha achas que devias apanhar mais sol ou menos?
-Pah depende.....
é mesmo isso depende das situações e do organismo de cada um.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Espermicidas


Os espermicidas são cremes, géis, comprimidos vaginais ou espumas especiais aplicados no fundo da vagina, perto do colo do útero. Estes contêm substâncias químicas (nonoxinol 9) que matam os espermatozóides, através da neutralização da sua mobilidade, impedindo a fecundação.

Vantagens:Pode servir de lubrificação adicional; não precisa ser usado todos os dias; não interfere no ciclo menstrual; ajuda a garantir a eficácia dos outros métodos.

Desvantagens:Não são métodos anticoncepcionais seguros, excepto quando usados em combinação com preservativo ou com o diafragma; podem causar infecções vaginais por fungos e irritação de colo e/ou vagina se são usados frequentemente ou por tempo prolongado; deve ser colocado na vagina no mínimo 15 minutos antes da relação sexual; não deve efectuar-se qualquer lavagem vaginal antes de passadas 6 horas depois da relação sexual; não protege contra doenças; pode provocar reacções alérgicas, quer nas mulheres quer nos homens; não é um método aconselhado para adolescentes.

Eficácia: cerca de 70%

Fontes: http://www.spiner.com.br/areas/figuras/sexo/espermicida.jpg; http://pt.wikipedia.org/wiki/espermicidas; http://www.gineco.com.br/espermicidas1.htm

Reflexão: Eu acho que não deve ser utilizado por adolescentes e não deve ser urilizado sozinho. Pois não é muito eficaz e não protege contra doenças.